9 citações falsamente atribuídas a Albert Einstein

Como disse certa vez Albert Einstein, “não acredite em todas as citações encontradas na internet, porque eu definitivamente não disse aquilo”.

Separamos nove citações incorretamente atribuídas a ele que talvez você já tenha encontrado em algum lugar na internet. São todas falsas.

1. A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes

Einstein nunca disse isso. E nem Benjamin Franklin. O Salon tem uma boa coletânea de pessoas usando essa citação em diversos contextos políticos, porque políticos realmente amam essa citação. O livro The Ultimate Quotable Einstein atribui a citação a Rita Mae Brown, no livro Sudden Death, de 1983, mas certamente ela é mais antiga. Além disso, também não é essa a definição de insanidade.

2. Tudo é energia e isso é tudo o que há. Sintonize a frequência que você deseja e, inevitavelmente, essa é a realidade que você terá. Não tem como ser diferente. Isso não é filosofia. É Física.

Não. Não há nenhuma evidência de que Einstein tenha dito isso. Você não escolhe qual é a realidade mais adequada a você. Bem, ao menos não sem a ajuda de alguma dissonância cognitiva e alguns alucinógenos.

3. O direito internacional só existe em livros sobre direito internacional

Não foi Einstein. O antropólogo Ashley Montagu disse isso em uma entrevista com Einstein.

4. O mal é o resultado das pessoas não terem Deus presente em seus corações. É como o que acontece com o frio quando não há calor, ou com a escuridão quando não há luz.

Essa citação é encontrada em um email de corrente que circula há mais de uma década. Nela, um professor esnobe discute com um jovem e ousado estudante sobre Deus e a natureza do mal. Lentamente, mas com segurança, usando lógica hermética, o aluno prova ao professor que Deus está ao nosso redor. A grande surpresa? O estudante era um jovem Albert Einstein! Só que não.

5. Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, vai gastar toda a sua vida acreditando que ele é estúpido.

Não. Essa citação certamente faz uma pessoa se sentir melhor quando não se dá bem em algo. Mas não podemos creditá-la a Einstein. Como explica o Quote Investigator, alegorias com animais fazendo coisas impossíveis foram incrivelmente populares no século passado. Mas não, isso não foi dito por Einstein.

6. Me recuso a acreditar que Deus joga dados com o universo.

Não exatamente. A citação vem de uma carta escrita por Einstein a Cornelius Lancznos, de Princeton, em 1942. Como citado no livro Albert Einstein, o Lado Humano: “Você é a única pessoa que conheço que tem a mesma atitude em relação à física que eu tenho: acredita na compreensão da realidade através de algo basicamente simples e unificado… parece difícil olhar as cartas de Deus. Mas que Ele joga dados e usa métodos “telepáticos”… é algo em que não consigo acreditar de jeito nenhum.”

7. Qualquer tolo inteligente consegue fazer coisas maiores e mais complexas. É necessário um toque de gênio – e muita coragem para ir na direção oposta.

Não foi Einstein. Essa citação está no livro Small is Beautiful: A Study of Economics As If People Mattered, de E. F. Schumacher, de 1973.

8. Nem tudo o que pode ser contado conta, e nem tudo que conta pode ser contado.

É um ponto interessante, mas nunca foi dito por Einstein. O Quote Investigator aponta para um artigo de 1963 do sociólogo William Bruce Cameron: “Seria bom se todos os dados que os sociólogos exigem pudessem ser numerados porque então poderíamos rodá-los através de máquinas IBM e desenhar tabelas como economistas fazem. No entanto, nem tudo que pode ser contado conta, e nem tudo que conta pode ser contado”.

9. Duas coisas me inspiram profundo respeito: o céu no alto e o universo moral interior.

Esta parece ser incrivelmente popular e é adicionada a fotos com o céu estrelado e pessoas fazendo yoga. Mas Einstein nunca disse isso. É, na verdade, uma versão de uma citação de Immanuel Kant, Crítica da Razão Prática: “Duas coisas enchem a mente com admiração e respeito, quanto mais vezes e mais intensamente a mente do pensamento é atraída para eles: o céu estrelado acima de mim e a lei moral dentro de mim.

Por: em http://gizmodo.uol.com.br/9-citacoes-atribuidas-a-albert-einstein-que-sao-falsas/

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Perdi, em algum momento, o trem da história, mas quero encontrar!

Primeiramente é preciso estabelecer que relações sociais assimétricas existem. Privilégios idem. Nem um, nem o outro precisam ser eternos e imutáveis. É nesse contexto que surgem os “conflitos” que têm me perturbado. O texto trata de temas “espinhosos”, “cascudos”, e eu não sei quais serão as suas consequências, isso porque existe um espectro grande de possibilidades de interpretações, mas, vamos lá!

Algum tempo atrás, uma garota branca foi repreendida no ponto de ônibus por uma garota negra, o motivo é que a garota branca usava um turbante na cabeça. A motivação da garota negra é porque na sua concepção pessoas brancas não tem o direito de utilizar àquela indumentária. Detalhe, a garota estava doente, com câncer, utilizou o turbante para tapar a cabeça careca, causada pela quimioterapia.

A partir deste episódio, a jornalista (branca) Eliane Brum, escreveu um artigo condenando a garota branca, segundo ela (Eliane Brum), turbantes são símbolos de luta dos povos negros, portanto, não devem ser utilizados por pessoas brancas. (http://brasil.elpais.com/brasil/2017/02/20/opinion/1487597060_574691.html)

Eis, que então, Eliane Brum foi advertida por pessoas negras, dizendo que o povo negro não precisa que uma pessoa branca escreva um texto em sua defesa, que eles próprios podem se defender.

Outra situação que me chamou atenção, foi num grupo do Facebook, uma garota disse que naquele grupo existiam vários homens machistas, rapidamente apareceram n mulheres, com vários exemplos, demostrando que sim, no grupo existiam rapazes machistas.

Alguns rapazes (a princípio não machistas) se solidarizaram com as moças, e aí, então, as moças disseram que os rapazes solidários não deveriam se meter naquela conversa, somente ouvir (ver no caso).

Por fim, há poucos dias, também num grupo privado do Facebook, com 40 mil pessoas mais ou menos, um rapaz (negro) iniciou uma pesquisa de opinião, daí as pessoas começaram a responder a pergunta elaborada, ele ficou bravo com as respostas e soltou essa: “poderiam me explicar porque os brancos do grupo se meteram na pergunta direcionada aos negros do grupo?  Para combatermos o RACISMO deveríamos ouvir os negros, o MACHISMO ouvir as mulheres, para resolvermos os problemas das CADEIAS, ouvir os presos, da ESCOLA PÚBLICA o estudante de lá, da empregada doméstica, do usuário de drogas … simples assim, em qualquer processo de mudança a escuta vem em primeiro lugar fica a dica”. Só para constar, em nenhum momento ele especificou o público que ele gostaria que respondesse seus questionamentos.

Retornando ao título do texto, eu perdi o “trem da história” no momento em que ser solidário as minorias e as relações sociais assimétricas deixou de ser legal. Embora eu compreenda a necessidade de o oprimido ser tornar protagonista, não entra na minha cabeça esse movimento de afastamento dos possíveis aliados. Hoje, parece que ser solidário em algumas questões, nos torna tão vilão quanto os reais agressores. Porque isso? De onde vem esse movimento?

Hoje me sinto numa encruzilhada, sem saber qual rumo seguir, ser omisso as questões a minha volta ou intervir, quais os limites da intervenção? Quem estabelece estes limites? Quem determina quem pode ou não usar um turbante, ou,  quem pode ou não escrever sobre racismo, machismo, homofobia, etc.

Me lembro que na época da graduação (há 15 anos) nos reuníamos em grupos heterogêneos, debatíamos sobre reforma agrária, questões indígenas, relações de gênero, inserção dos negros nas universidades, etc, etc, etc. Era a forma que encontrávamos de tornar o mundo mais plural!

Como teremos uma sociedade simétrica se cada grupo se fechar em suas pautas?

“Nunca se vence uma guerra lutando sozinho
sabe que a gente precisa entrar em contato
Com toda essa força contida e que vive guardada
O eco de suas palavras não repercutem em nada

É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro
Evita o aperto de mão de um possível aliado, é…
Convence as paredes do quarto, e dorme tranquilo”

 

Em tempo: achei o texto (citado) da Eliane Brum terrível, insensível, no entanto, penso que ele deveria ter sido criticado no conteúdo (ataque a garota que havia sido repreendida) e não mérito (por ser branca “defendendo” pessoas negras).

Vamos falar sobre a Síndrome do Impostor!

Algumas das pessoas mais capazes, inteligentes e que trabalham mais duro sofrem de um fenômeno debilitador: uma distorção que faz com que elas pensem que são incompetentes, burras e preguiçosas. Além disso, elas pensam que estão “enganando” as pessoas quando conseguem alcançar seus objetivos e, um dia, serão descobertos e expostos à vergonha.

Esses são alguns sintomas da  Síndrome do Impostor, que tem sido o assunto principal de vários livros e ensaios por psicólogos e educadores.

As vítimas da Síndrome do Impostor são pessoas que jamais creditam seu sucesso à inteligência, competência ou habilidade pessoal. Elas se convencem de que os elogios e reconhecimento de outros em relação à sua conquista não são merecidos, atribuindo suas realizações à sorte, a algum encanto repentino, contatos ou outros fatores externos.

As pessoas que sofrem este tipo de síndrome, de forma permanente, temporária ou frequente, parecem incapazes de internalizar os seus feitos na vida. Não importando o nível de sucesso alcançado em sua área de estudo ou trabalho, ou quaisquer que sejam as provas externas de suas competências, essas pessoas permanecem convencidas de que não merecem o sucesso alcançado e que de fato são nada menos do que fraudes.

É comumente encontrada no mundo acadêmico, especialmente entre estudantes de mestrado e doutorado. A síndrome do impostor é um problema frequente entre alunos com bom desempenho que se encontram rodeados de outros como eles.

Frequentemente ciêntistas têm a sensação de que não mereciam um artigo naquela revista consagrada. Que seus co-autores se dedicaram mais do que eles próprios. Que não têm competência para dar a palestra para a qual foram convidados num congresso e subir no palco só exporá quão despreparados são. Sentem que não merecem o título, a vaga de emprego ou o aceite do artigo. Mesmo que exista um histórico de realizações.

Independente do padrão de funcionamento, as pessoas com essa síndrome apresentam sistematicamente comportamentos autossabotadores, de modo que prejudicam a sua performance, os resultados almejados e a percepção sobre eles.

Seja qual for a causa, a Síndrome do Impostor pode criar problemas reais no seu trabalho e até em sua vida pessoal. Aqueles que lidam com o problema tendem a apresentar os seguintes comportamentos:

a) Dificuldade em aceitar elogios como sendo natural e de forma genuína;

b) Sentir que outras pessoas com as mesmas responsabilidades são de alguma forma mais qualificada, ou melhor, do que você;

c) Tem medo de novas responsabilidades e desafios, porque eles mostrarão seu fracasso;

d) Reação anormal à crítica construtiva;

e) A ansiedade e medo dos outros enxergaram e descobrirem sua falta de habilidade;

f) Você se tornou um workaholic e trabalha extraordinariamente para encobrir sua ‘suposta’ inaptidão e incapacidade;

g) Você se transformou em um funcionário burocrático e não se esforça para nada além da sua obrigação.

h) Costuma boicotar entrevistas de emprego, chega atrasado no trabalho e não se prepara corretamente para uma atividade importante.

Como em qualquer problema que temos na vida, é preciso buscar ajuda e formas de solucionar, de preferência, especializada no assunto!

 

 

Mãe denuncia conteúdo racista em livro “didático” de escola privada em Recife

Aline Lopes,  mãe  de uma criança de 3 anos, aluna de uma escola particular no Recife, em Pernambuco, denunciou um livro didático por racismo, um dos exercícios propõe que os estudantes circulem o lar em que as pessoas estão felizes. O enunciado mostra uma família negra triste e outra família, de cor branca feliz, com todos sentados à mesa.

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Em outra página, a atividade pede que os alunos liguem três personagens a suas respectivas profissões. O aluno deve, então, ligar o único personagem negro, que aparece de vassoura na mão, ao desenho de um corredor em que podem ser vistos também uma pá e um balde. Os outros dois personagens, mulheres brancas, devem ser ligados a uma mesa com computador e a uma sala de aula.

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O interessante é o nome da editora, “Formando Cidadãos”, fica a pergunta, que tipo de cidadãos estão sendo formados? A prórpia capa da publicação já seria um motivo de contextação, trazendo uma família branca e hétera, ao lado do título,  “Natureza e Sociedade”, ou seja, incutindo padrões na cabeça das crianças.

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A denúncia foi feita por Aline Lopes em seu perfil no Faceboook. Ela conta que, por ser uma mulher branca, nunca se sentiu excluída ou socialmente privada do que quer que fosse em função da sua pele clara. Mas, por ter dois filhos negros (uma menina de 5 anos e um menino de 3 anos), Aline diz que começou a sentir o peso do racismo dentro da sua casa, depois que as crianças nasceram.

Abaixo o post completo da mãe, Aline Lopes:

Eu, Aline, sou uma mulher branca. Por tal motivo, nunca me senti excluída ou socialmente privada do que quer que fosse em função da minha pele clara.
Desde sempre sou engajada em movimentos sociais na luta pela construção de uma sociedade mais justa e igualitária para todos.
Entretanto, tive de começar a sentir o peso do racismo dentro da minha casa depois que os meus dois filhos nasceram. Aymê, de 5 anos, e Nauã, de 3, são duas crianças negras.
Desde então, eu tenho de lidar com coisas desagradáveis, as quais nunca passei na minha infância.
Já teve professora que prendia o Black da minha filha na escola. Já teve coleguinha discriminando, mesmo sem entender direito o pq. Agora teve livro perpetuando o negro sempre na pior representação possível. O negro triste. Feio. Servente.
Nunca é o negro médico, professor, advogado, e etc.
Não há demérito nenhum em ser servente. O problema é que esse é o lugar que sempre cabe ao negro.
Minhas crianças precisam aprender que elas podem E DEVEM ocupar todos os espaços.
Que embora a sociedade diga que não, eles tem todo o direito de crescer em igualdade.
Eles ainda não tem a devida noção do quanto o racismo os afeta e ainda afetará, isso é bem verdade.
Mas até lá, o peso de sentir a tristeza e indignação que isso causa, são meus.
Eu sou mãe solo. O pai de Aymê e Nauã não participa da educação e da vida dos mesmos.
Cabe a mim essa responsabilidade. E que responsabilidade!
Logo, o que faz uma pessoa que sai da casa de chapéu vir numa publicação minha e achar que pode tripudiar e simplificar uma história que dói EM MIM?!
Que dói e mata tanta família todos os dias.
O que vai ser preciso pras pessoas entenderem que fazer de conta que o problema não está lá não vai fazer com que ele acabe?
Humanidade minha gente, empatia! Cadê?!
Por essa razão, eu não vou admitir qualquer discurso falacioso e que pregue o mito da “racismo não existe”.
Nesse momento eu preciso de solidariedade e mentes abertas a construir.
Sororidade. Não preciso de ninguém me dizendo que eu “estou criando meus filhos errado”. Podendo me poupar, me poupem.
Eu sou mãe, sou pai, trabalho e estudo, cuido da educação deles, saúde, sustento. No tempo que sobra, cuido de mim.
Se você não sabe do que tá falando, o melhor é que fique calado. Por que eu sei, e vou falar muito mais!
Machistas, racistas, não passarão!
Desculpa o textão, mas passei o dia com esse nó na garganta, esse choro travado de quem não tem tempo pra chorar pq se o racismo não dorme, a gente também não vai.
Gratidão a quem acolheu a minha indignação e a quem tem tentado de alguma forma ajudar.

Carta aberta ao G1 e a RPC em virtude da matéria: “Experiência com palavras de amor e ódio muda forma de arroz em escola do Paraná”

Caros G1 e RPC (Paraná), venho através desta, dizer que li com muita estranheza e preocupação a matéria “Experiência com palavras de amor e ódio muda forma de arroz em escola do Paraná”, escrita por Alana Fonseca, publicada no dia 31/05/2017 em vossos portais de internet. (http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/palavras-de-amor-e-odio-fazem-parte-de-experiencia-e-mudam-forma-de-arroz-em-escola-do-parana.ghtml)

A ciência tem papel fundamental no desenvolvimento da humanidade. É através dela, a ciência, que desenvolvemos novas tecnologias, consequentemente, criamos as possibilidades de termos um mundo melhor.

É o conhecimento científico que nos permite desenvolver novos medicamentos, capazes de erradicar doenças e/ou ampliar o tempo de vida de pessoas e animais. Essa mesma ciência desenvolveu aparelhos de Raios-X, que identificam com exatidão o local e a extensão de uma fratura óssea. Criamos aviões, computadores e smartphones. Investigamos o espaço. São infinitos os exemplos!

Tudo isso só foi possível graças ao método científico, que é o conjunto de normas básicas que devem ser seguidas para a produção de conhecimentos, ou seja, é um método usado para a pesquisa e comprovação de um determinado conteúdo.

O método científico é composto dos seguintes elementos:
• Caracterização – Quantificações, observações e medidas.
• Hipóteses – Explicações hipotéticas das observações e medidas.
• Previsões – Deduções lógicas das hipóteses.
• Experimentos – Testes dos três elementos acima.

Nada disso foi levado em consideração no “experimento” da professora Ana Paula Frezatto Martins. Esta professora está induzindo seus alunos ao erro, e vocês, como um dos mais importantes veículos de mídia do país, também o fazem, estão induzindo o vosso público a acreditarem em algo que chamamos de pseudociência. E isso é grave!

Neste experimento do Paraná, os “trabalhos” de Masaru Emoto foram utilizados como referência, no entanto, eles carecem de comprovação. Tudo o que este senhor publicou nesse sentido, jamais pôde ser reproduzido. Sendo inclusive questionado pela comunidade científica internacional. Ou seja, é falso.

No que diz respeito a professora Ana Paula, imagino que a sua intenção tenha sido a melhor possível. Mas, é preciso ter em mente que, é possível ensinar valores as crianças, sem que para isso lance-se mão de uma farsa, no caso, o experimento utilizado.

Por tudo que foi dito acima, peço encarecidamente que vocês se retratem, coloquem uma errata ou tirem essa reportagem do ar. Essa reportagem propaga mentiras, e isso, obviamente, não contribui em nada para ninguém.

“…ciência consiste em agrupar fatos para que leis gerais ou conclusões possam ser tiradas deles.” (Charles Darwin)