O FIM DO BRASIL

O Brasil deveria se separar, sim, se desmembrar todo, com cada Estado cuidando de si, porém, formando um bloco de relações políticas e econômicas. A palavra BRASIL permaneceria como um anagrama: Bloco das Repúblicas Americanas do Sul e Interior Latino-americano.

Se pararmos para pensar, a única coisa que nos une é a língua. O norte não tem nada a ver com o nordeste, que não tem nada a ver com o sudeste, que não tem nada a ver com o sul, que por sua vez em nada se assemelha ao centro-oeste. Paulista não tem nada a ver com carioca, goiano e pernambucano são completamente diferentes e assim por diante!

Se eu perguntar: “Roraima fica acima ou abaixo do Amazonas?”, ou, repetindo a mesma pergunta, mas agora sobre Rondônia, “acima ou abaixo do Amazonas?”, quantas pessoas saberiam responder sem consultar um mapa? Este tipo de pergunta valeria para todas as outras regiões. O fato é que não sabemos nada, ou sabemos muito pouco sobre o país, mas mesmo assim, o  imposto pago por um cidadão de Alagoas é utilizado para pagar o salário de um deputado do Rio Grande do Sul, por exemplo. Mas o deputado gaúcho não sabe que o alagoano existe e vice-versa! É  uma representatividade falsa!

Está mais que comprovado, ninguém tem competência para governar um negócio desse tamanho! Numa eventual divisão, Minas Gerais seria um país do tamanho da França, com uma população três vezes menor, é uma ótima possibilidade de prosperar. Em nosso modelo atual, roubam-se os lucros e dividem-se os problemas. Para piorar, não existem quaisquer expectativas de melhora, seja a curto, médio ou longo prazo!

A minha proposta é que nos separemos, mas mantenhamos Brasília como área comum à todos os novos países, para nos lembrarmos de nossa tragédia como nação! Lá, manteríamos os belos prédios do Niemeyer, porém, transformando alguns em museu da política, e outros, em prisão para os políticos corruptos de cada novo país, seria a Guantánamo do B.R.A.S.I.L.!

O melhor de tudo isso, seria eliminar de nossas cabeças, pra sempre, aquela musiquinha medonha que fala assim: “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”, entoada em estádios de futebol, quadra de voleibol e manifestações políticas. O verde foi cortado, o amarelo foi roubado, o azul está poluído e o branco com sua ordem e progresso jamais existiram! Como alguém pode cantar à plenos pulmões, que tem orgulho e ama isso, a não ser num momento de total alienação como o futebol e a política?

Por fim, antes que você corra até o mapa, Roraima está acima do Amazonas, é onde se encontra o ponto mais ao extremo norte do país, essa é a única coisa que me lembro sobre Roraima das aulas de geografia, talvez, alguns Estados já “estejam separados” há muito tempo, mas nunca nos demos conta disso!

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Os 10 livros clássicos que você precisa ler agora

A Universia Brasil preparou uma lista com os grandes clássicos da literatura mundial que não podem faltar na sua prateleira.

 

Veja a lista completa com 10 livros imperdíveis e amplie seu conhecimento:

1 – Odisseia

Odisseia, cuja autoria é atribuída a Homero, é um poema épico que narra os grandes acontecimentos da Grécia Antiga, mas que não tem comprovação histórica, já que o texto foi produzido segundo relatos seculares do povo grego. O livro é a continuação da Ilíada, em que Homero descreve, de forma bastante original, como teria sido a Guerra de Troia. Em Odisseia, o leitor embarca em uma aventura e acompanha a jornada do herói grego Odisseu, também conhecido como Ulisses, a caminho de Ítaca, sua terra natal, depois do fim da Guerra de Troia.

 

2 – Dom Quixote

Escrito pelo espanhol Miguel de Cervantes, Dom Quixote teve sua primeira edição publicada em 1605, na cidade de Madrid. O livro, que é um dos maiores e mais populares clássico da literatura mundial, conta a história de Dom Quixote de La Mancha, um fidalgo que começou a confundir realidade com fantasia, após muitos anos se dedicando à leitura de romances de cavalaria. Na companhia de Sancho Pança, seu amigo e fiel escudeiro, Dom Quixote inicia uma jornada épica em que se torna um grande cavaleiro, pelo menos em sua imaginação.

 

3 – O Morro dos Ventos Uivantes

Único romance da escritora britânica Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes é uma narrativa contada pela governanta Ellen Dean, que descreve, a partir do vê e vivencia em uma propriedade rural do Condado de Yorshire, na Inglaterra, os acontecimentos que rodeiam a vida de uma família.

 

4 – O Primo Basílio

Um dos principais títulos do realismo português, O Primo Basílio é uma obra que costuma aparecer nas listas dos vestibulares de universidades brasileiras, mas entra também na seleção de livros que todos precisam ler, ao menos uma vez na vida. Escrito por Eça de Queirós, que também é autor de clássicos como Os Maias e O Crime do Padre Amaro, o livro é uma história intensa de paixão, ciúme e traição, e faz um retrato da vida burguesa do século XIX.

 

5 – Madame Bovary

Considerado um dos primeiros representantes do romance realista, Madame Bovary foi escrito pelo francês Gustave Flaubert e publicado em 1897. O livro causou grande impacto na sociedade da época, pois, como em O Primo Basílio, o autor descreveu detalhes da vida burguesa, como casamentos mal-sucedidos e relações extraconjugais.

 

6 – Dom Casmurro

Um dos livros mais populares da literatura nacional, Dom Casmurro foi escrito pelo célebre Machado de Assis, considerado por muitos especialistas o maior escritor brasileiro de todos os tempos. A obra conta com um narrador personagem, que também é o protagonista da história. Bento Santiago, que vive “ensimesmado”, como descreve o autor, em sua velhice solitária, tenta recuperar fatos da época em que era jovem, para “unir as duas pontas da vida”. A obra também apresenta um dos personagens mais emblemáticos da literatura brasileira: Capitu, com seus “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”.

 

7 – Cem Anos de Solidão

Umas das obras-primas do vencedor do prêmio Nobel de literatura de 1982, o escritor colombiano Gabriel García Márquez, Cem Anos de Solidão conta a história da família Buendia, fundadores da cidade de Macondo, um paraíso perdido em meio a vales e florestas da América Latina. Na obra, Gabo, como era conhecido o escritor, narra a vida dos membros da família e também os acontecimentos fantasiosos que rodeiam a misteriosa cidade.

 

8 – O Apanhador no Campo de Centeio

Romance do escritor norte-americano J. D. Salinger, O Apanhador no Campo de Centeio foi inicialmente publicado no formato de revista e, em 1951, passou a ser disponibilizado como livro. A trama conta um dia na vida do jovem nova-iorquino Holden Caufield, que começa a divagar sobre suas dúvidas e inseguranças, típicas da adolescência.

 

9 – Lolita

Escrito por Vladimir Nabokov, escritor russo naturalizado norte-americano, Lolita é um romance polêmico, publicado pela primeira vez em 1955, que narra a relação entre um professor de literatura de quase 40 anos, Humbert Humbert, e uma jovem menor de idade, apelidada por ele de Lolita.

 

10 – Ensaio sobre a Cegueira

Ensaio sobre a Cegueira foi além das bibliotecas e tornou-se um grande sucesso do cinema. O livro, do escritor português José Saramago, conta a história de uma cidade abatida por uma epidemia repentina de cegueira, em que somente uma mulher fica imune. A doença é uma metáfora utilizada por Saramago para retratar a impotência humana, o preconceito e outros traços psicológicos e sociais inerentes a nossa existência.